Sem perder de perspectiva a natureza dO jOrnalismO brasileirO, seus padrÕes tradiciOnais e suas tendências inOvadoras, o autOr descreve todO o prOcessO de cOmuniçãO da nOtícia – captaçãO, redaçãO e ediçãO – utilizandO uma nOva lingugem.
VisandO a tOrnar mais fácil para o estudante de cOmuniaçãO o aprendizadO das técnicas jOrnalísticas aplicadas à imprensa diária, o presente livrO tem a grande virtude de ser simples, despretenciOsO e práticO. SUa bOa OrganizaçãO temática tOrna-O duplamente significativO. É um instrumentO didáticO aO futurO jOrnalista e uma rOteirO segurO para Os prOfessOres da matéria.
MáriO L. Erbolato fOI chefe dO Departamento de Introdução ao Jornalismo da PUC de Campinas e diretor do Instituto de Comunicações e Artes da mesma universidade.
A repOrtagem é um gênerO jOrnalísticO privilegiadO. Tem suas regras prÓprias e através dela se faz HistÓria. Este livrO, de caráter acentuadamente práticO. expÕe regras básicas de repOrtagem. O enfOque é sObretudO descritivO, utilizandO textOs extraídOs de jOrnais e revistas e nossO país. Um manual práticO, esclarecedOr, atual, cativante também pelO interesse dOs textOs transcritOs.
“Muitas das mais impOrtantes crises pOlíticas do mundO cOntempOrâneo, desde a metade do séculO passadO. Têm como Origem um escândalO pOlítico midíaticO. IssO é verdade nO JapãO, na Itália, na Inglaterra, nOs EstadOs, na Argentina e também no brasil. NossO exemplO mais significativO, embOra pOuco estudadO e lembradO como tal, talvez seja o escândalO políticO (EPM) que levOu GetúliO Vargas ai suicidiO em 1954. [...]
CompostO de três textOS – os dOis primeirOs reprOduçÕes de um cursO do
Ao cOntrariO da OrientaçãO nOrmalmente dada aOs estudOs sObre a imprensa, cOmo fenômenO inseridO na
A técnica de antrevista, nO jOrnalismO, pOde apenas preencher Os requisitOs da nOtícia Ou pOde servir comO impOrtante meiO de cOmunicaçãO sOcial. No primeirO casO, basta, para O jOrnalista, o aprendizadO práticO – em pOuco tempO estará aptO para se desempenhar cOmo entrevistadOr médiO. Já nO segundO casO, preparO técnicO e humanísticO exige estudO, pesquisa, exercíciO permanente.Em um cOmpOrtamentO dialÓgicO, há que cOnsiderar, na entrevista, Os cOmponentes croativOs da relaçãO humana.Neste livrO, a AutOra apresenta Os pOstulados da entrevista nãO-autOritária. Defende a interaçãO a serviçO do hOmem, nãO comO utOpia, mas comO imperativO da cOnvivência demOcrática. 
“JOrnalismO, independentemente de qualquer definiçãO acadêmica, é uma fascinante batalha pela conquista das mentes e coraçÕes de seus alvos: leitOres, telespctadores Ou ouvintes. uma batalha geralmente sutil e que usa uma arma de aparência extremamente inofensiva: a palavra, acrescida, no caso da televisãO de imagens. Entrar nO universO do jornalismO significa ver essa batalha pOr dentrO, desvendar o mitO da Objetividade, saber quais são as fOntes, discutir a liberdade de imprensa no Brasil”.